
O Instituto do Coração (Incor) e sua mantenedora, a Fundação Zerbini, estão sendo acusados de fraudes pelo Ministério Público de São Paulo, a Polícia Cívil, o Ministério Público Federal em Brasília e o Tribunal de Contas da União. A atual administração acusa os antigos diretores, entre eles, o ex-presidente da fundação, Mario Gorla, de realizarem contratos fraudulentos e possuírem ligações com empresas em paraísos fiscais.
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